18

abr

Os Chefes e os Líderes

Os chefes empurram… Os líderes puxam

Os chefes comandam…. Os líderes comunicam

Os chefes são mestres… Os líderes são maestros

Os chefes são donos da voz mais alta …. Os líderes dos ouvidos mais apurados

Os chefes administram…. O líder inova

O chefe é uma cópia… O líder é um original

O chefe mantém… O líder desenvolve

O chefe focaliza os sistemas e a estrutura… O líder inspira confiança

O chefe pergunta como e quando… O líder pergunta o que e por que?

O chefe convive melhor no status-quo… O líder desafia, muda

O chefe é um bom soldado… O líder é ele mesmo

O chefe faz a coisa corretamente… O líder faz a coisa certa

O chefe obtém resultados através – ou apesar – das pessoas… O líder desenvolve pessoas e grupos

O chefe quer segurança e estabilidade… O líder quer desafios

O chefe busca status… O líder privilegia qualidade de vida

O chefe é obediente… Os líderes contestadores

Os chefes são fazedores… Os líderes criativos

O chefe veste a camisa da empresa… Os líderes participam dos negócios da empresa.

A genialidade dos líderes não esta em obter conquistas pessoais, mas me libertar o talento de outras pessoas.

(Autor Desconhecido).

Postado por Mirian Bazote

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17

abr

Noticias: Empresa brasileira lança arma de choque

Empresa brasileira lança arma de choque em meio à polêmica de mortes

 

Foto: Raphael Gomide

A Spark usa 40% menos energia que as concorrentes, diz Condor

Menos de um mês depois de dois brasileiros (Roberto Laudisio, na Austrália, e Carlos Meldola, em Santa Catarina) terem morrido após receberem disparos de armas de choque, a brasileira Condor, de tecnologias, lança a Spark (faísca, em tradução livre), sua pistola elétrica, a primeira nacional, na feira de segurança LAAD, no Rio.

A Condor alega que o seu “dispositivo elétrico incapacitante” é mais seguro que os outros quatro concorrentes mundiais – a “Taser”, pioneira, mais uma americana, uma chinesa e outra russa – porque usa 40% menos energia, interrompe o choque após cinco segundos do disparo, tem trava e memória dos últimos mil disparos. O projeto foi desenvolvido conjuntamente com a Faperj e o Cefet (Centro Federal de Educação Celso Suckow da Fonseca).

Uma pesquisa da Anistia Internacional apontou terem ocorrido 351 mortes de pessoas que receberam disparos de Taser nos Estados Unidos, entre junho de 2001 e agosto de 2008; o blog Electronic Village relatou mais 96 casos entre janeiro de 2009 e setembro de 2010. É uma média de cerca de cinco mortes por mês.

Questionado pelo iG sobre o timing do lançamento, logo após duas mortes de brasileiros com repercussão na imprensa, o diretor de marketing da Condor, Massilon Miranda, disse que o momento é “ótimo”.

Roberto Laudisio (D), morto por policiais em Sydney, Austrália, com arma de choque

“Chegamos a nos perguntar se o momento era apropriado. A tecnologia que trazemos ao mercado, com 40% da energia usada pela concorrente e corte de energia após 5 segundos torna a Spark muito segura”, afirmou Massilon. “Mas não é para ser usada em qualquer situação, está no mesmo nível da munição de borracha: é o último degrau da não-letalidade, seguindo o uso progressivo da força”, admite.

Quando se dispara a pistola, dois dardos atingem o alvo a até 8 metros de distância e continuam ligados à arma por fios metálicos: a partir de então, fecha-se o circuito de energia, conduzida pelos fios. “A pessoa perde o controle da musculatura. O cérebro controla os músculos por pulsos, e a arma confunde esse sistema de comunicação, o que faz com que a pessoa atingida caia”, explica o diretor.

Perguntado pelo iG se, diante dos episódios recentes, armas elétricas devem ser consideradas “não-letais” ou “menos letais” – como muitos especialistas já chamam –, Massilon respondeu que “não há nada 100% não-letal”.

“É verdade, não há nada 100% não-letal. Até um balde d’água pode matar. Para nós, o mais importante é passar o conceito, o objetivo de que o objetivo quando se usa a arma não é matar”, disse. “Mas se usado incorretamente pode matar”, reconhece.

 

Foto: Raphael Gomide

Empresa brasileira afirma que sua arma é mais segura. Dardos atingem o alvo e fio metálico transmite o choque

Segundo a Condor, uma vantagem da nova arma é a memória dos últimos mil disparos, com informações sobre data, hora em que o gatilho foi acionado, número de disparos seguidos por quantos segundos permaneceu disparando . “Se, por acaso houver tortura, é possível identificar, pelo número de disparos seguidos, que seriam desnecessários em uma situação normal”, disse Massilon.

Outra medida de segurança adotada pela empresa foi instalar uma luz azul nos lados da pistola que avisa que a arma está ativa. Assim, supostamente outros agentes equipados com a arma poderiam evitar seu uso tendo em vista que um disparo seria capaz de incapacitar uma pessoa de reagir. As múltiplas descargas elétricas sobre uma pessoa podem causar sua morte.

Cada unidade custa hoje em torno de R$ 2.100 e cada munição sai a R$ 100. Atualmente fábrica da Condor tem capacidade para produzir 30 mil unidades da Spark por ano. Segundo o diretor de marketing da empresa, Massilon Miranda, quatro forças de segurança nacionais já fecharam a compra do aparelho, e a primeira entrega será em maio.

Embora a arma seja de plástico, o preço se assemelha ao de uma pistola real. “Mas quanto vale uma vida?”, rebate, com a resposta pronta.

 Fonte: Portal IG

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16

abr

VIII FESP – Resumo do Evento

As questões em evidência no segmento de segurança privada do Brasil, como o planejamento da segurança na Copa 2014, foram debatidas durante o VIII Fórum Empresarial de Segurança Privada (FESP), evento voltado para empresários e representantes do setor de segurança privada, realizado pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp), entre os dias 11 e 13 de abril em Campos do Jordão-SP.

Nos três dias, seis palestras técnicas colocaram os assuntos em debate, como a palestra Segurança em Grandes Eventos, ministrada pelo consultor Igor Pípolo, que trouxe as preocupações e providências quanto ao planejamento, integração de forças e preparo técnico e pessoal, tanto público quanto privado, para que o Brasil possa oferecer plenas condições de segurança nos Jogos.

O consultor lembra que um esquema de segurança é eficiente quando há uma preparação detalhada, focada na prevenção dos possíveis problemas que possam ocorrer. “Riscos sempre existem, o papel da segurança privada é minimizá-los e conter os focos de problema”, conclui.

Além desse assunto, outros temas estiveram na pauta de discussões, como o Estatuto da Segurança Privada, em discussão no Ministério da Justiça, e os desafios das questões trabalhistas, enfrentados pelas empresas. “Esta é uma grande oportunidade que o empresário tem de fazer negócios, discutir os assuntos pertinentes e se atualizar com relação às informações técnicas”, explica José Adir Loiola, presidente Sesvesp.

A abertura do Fórum foi comtemplada pela palestra com o Dr. Patrick Mariano Gomes – Coordenador de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça e Dr. Clyton Eustáquio Xavier, Coordenador Geral de Controle da Segurança Privada do Departamento da Policia Federal.

O tema principal da palestra visava mostrar a Segurança Privada como complemento da Segurança Publica.

Vejam que números impressionantes  apresentados sobre segmento da segurança privada :

– Vigilantes Formados:  2.085.537

– Vigilantes em atividade: 700.000 (aproximadamente)

– Empresas Autorizadas: 1.975

– Empresas com Segurança Orgânica: 1.350

– Carros Fortes: 6.259

– Armas: 139.400

Outra informação importante é a mudança da Portaria 387/06, que entre outras alterações, muda a quantidade de horas dos cursos de formação e reciclagem, veja quadro comparativo abaixo:

Podemos observar duas importantes matérias na nova Portaria:

Uso Progressivo da Força e Gerenciamento de Crises. A nova Portaria segundo a Policia Federal, procura dar maior ênfase ao entrosamento do Vigilante com as Guardas Municipais, Policias Militares e Civil, respeitando as responsabilidades e atribuições de cada instituição.

Mirian Bazote homenageia Professor Gaudêncio Torquato.

 

Professor Gaudêncio Torquato e Mirian Bazote

 

Show cover dos Beatles

 

José Jacobson Neto (GP), Mirian Bazote, Dr Clyton e Dr Jorge Wagner.

 

 

 

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10

abr

09

abr

05

abr

Feliz Páscoa!

Um lenda de Páscoa [SaveYouTube.com]

” Páscoa é dizer sim ao amor e à vida, é investir na fraternidade, é lutar por um mundo melhor, é vivenciar a solidariedade.”

Que tenhamos sempre a coragem de recomeçar, de seguir em frente, em não vacilar diante dos obstáculos.

Feliz Páscoa, com muita segurança!

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02

abr

02

abr

Artigos: colaboração de profissionais e amigos. “Segurança: por que resistir à prevenção? “

Segurança: por que resistir à prevenção?

 

            Todos os dias, boa parte do noticiário é recheada de ações criminosas e expõe, por meio de tristes histórias das vítimas, as mazelas da segurança no país. São casos que deixam sequelas nos protagonistas e amedronta a população em geral. E como reagimos? Embora cada pessoa tenha seu jeito próprio de lidar com a questão, alguns comportamentos coletivos merecem ser destacados.

 A nós, especialistas em segurança, intriga o fato de que muitos dos casos de violência – noticiados ou não – são evitáveis, ou pelo menos passíveis de causar menos danos, mas para isso é necessário adotar medidas preventivas, muitas vezes bem simples, que os indivíduos parecem não enxergar; as autoridades, não alertar e a sociedade, desconsiderar.

 Hoje, só retiramos um carro da concessionária com uma apólice de seguro em vigor, travamos os cintos de segurança antes de engatar a primeira marcha e mantemos um ciclista no solo, imóvel, mesmo após uma colisão leve. Sabemos que acidentes graves também acontecem com carro zero kilômetro, que podemos quebrar um pára-brisa com a cabeça (e morrer) após um choque frontal a 60 km km/h e causarmos uma lesão definitiva na coluna vertebral se não tivermos a paciência de aguardar quinze minutos, deitados no asfalto, pela chegada de uma equipe de resgate profissional.

 Bons exemplos, mas quando o assunto é a segurança da sua casa e moradores ou da sua empresa e funcionários, os brasileiros ainda estão longe de um patamar desejado. A grande maioria investe pela primeira em vez em vigilantes profissionais, câmeras, alarmes, monitoramento remoto ou controle de acesso somente depois de um forte trauma, de perdas significativas de bens materiais ou até de vidas. Então, que tal comprar uma apólice de seguro para o veículo ou usar cintos de segurança somente a partir do primeiro acidente? (se sobreviver, puder dirigir novamente e tiver dinheiro para pagar a oficina ou comprar um novo carro). Em casa, que tal colocar álcool, remédios e produtos de limpeza fora do alcance das crianças somente após as primeiras queimaduras e intoxicações?

 Um dos segmentos da segurança que mais cresce atualmente no Brasil é o da eletrônica, porém ainda está longe do potencial gerado por um país com 190 milhões de habitantes. Temos hoje cerca de um milhão de câmeras auxiliando na segurança dos brasileiros. Com um quarto da nossa população e índices de violência bem menores, a Inglaterra tem mais de 3 milhões de câmeras somente em áreas públicas, enquanto a China, só em 2010, instalou mais de 10 milhões de câmeras – conforme citei em artigo anterior. De um total de mais de seis milhões de imóveis com condições de receber sistemas de alarmes monitorados no Brasil, apenas 11% efetivamente têm esses serviços (700 mil imóveis); os demais 89% participam diariamente das brincadeiras “coisa ruim só acontece com os outros” ou “quando tem que acontecer, acontece”, enquanto o número de imóveis com TV por assinatura passou da casa dos 13 milhões no último mês de janeiro.

 É preciso mudar a cultura da segurança preventiva no País, volto a repetir. E para isso, essa mensagem terá de ser trabalhada exaustivamente. Voltando aos cintos de segurança, quantos ‘senões’, quanta resistência, quanta demora, para – enfim – reconhecermos e usufruirmos dos inegáveis benefícios preventivos deste equipamento? A grosso modo, podemos dizer que os cintos estão para os acidentes automobilísticos como os alarmes e as câmeras de segurança estão para os crimes. Os cintos não evitam uma batida, mas minimizam as conseqüências; um vigilante, um sensor de presença e uma câmara têm um forte apelo à prevenção de delitos e quando não os evitam, contribuem para a diminuição do tempo da ocorrência, minimizam os prejuízos e ajudam na identificação dos autores.

 Quer um outro exemplo? Recentemente, a prefeitura de uma grande cidade brasileira noticiou a instalação de 100 câmeras inteligentes em pontos estratégicos do centro. A “inteligência” é um software que identifica vários eventos indesejáveis (pessoas pulando um muro ou veículos na contra-mão, por exemplo) que, se ocorrerem, disparam um alarme na tela do monitor e chamam a atenção do vigilante de plantão da central de monitoramento 24 horas (ou alguém acredita que uma pessoa, após 15 minutos de trabalho nesta função, consegue manter o nível de concentração necessário para olhar 16 câmeras divididas em pequenos retângulos num monitor de 20 polegadas e identificar todas movimentações suspeitas?)

 Você, cidadão de bem, deve estar achando ótimo a instalação dessas câmeras, não é? Pois saiba que há vários tipos de resistências: os que dizem “os equipamentos são bons, mas não adianta instalar se não tiver mão de obra adequada para operar” poderiam mudar o discurso para “ótima notícia, mas vamos comprar também um programa de treinamento e reciclagem dos operadores”. Uma das manchetes dos jornais chamou os equipamentos de “câmeras dedo-duro”, dando uma conotação pejorativa a uma ótima solução para melhoria da segurança pública; assim fica difícil avançarmos: que tal renomear para “câmeras olho-vivo”?

Erasmo Prioste é delegado regional do Sesvesp (Bauru) e diretor comercial das empresas Security, do Grupo Segurança (www.gruposeguranca.com.br) – Contato: erasmo.prioste@gruposeguranca.com.br

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30

mar

Noticia: Jornal Valor Economico – Investigação e fraudes empresarias.

Por Zínia Baeta | De São Paulo
 

Apesar dos alegados problemas de saúde, um empregado licenciado havia mais de três anos de uma empresa de fertilizantes prestava serviços como taxista. A fraude, descoberta por acaso por uma funcionária do Departamento de Recursos Humanos, foi provada na Justiça por meio de fotos tiradas por um detetive particular e outros documentos levantados por ele. Em situação semelhante, uma empresa processada por uma ex-funcionária, que alegava ter torcido o pé durante o horário de trabalho no dia da demissão, não precisou recorrer a um levantamento sofisticado para demonstrar que ela mentiu. As provas estavam no Facebook da ex-empregada, que exibia fotos durante a “licença médica” em uma temporada no exterior para a prática de esqui e patinação no gelo.

As investigações de funcionários por empresas são cada vez mais comuns e vão desde a averiguação de pequenos desvios, como a retirada de material e falsificação de notas, a esquemas de fraudes em grandes corporações. Companhias que recorrem a esse tipo de prática contam cada vez mais com o aval da Justiça do Trabalho, desde que respeitado o sigilo e a chance de o funcionário se defender (veja abaixo). “Se a acusação foi leviana, sem apuração com direito de defesa, a empresa vai arcar com uma indenização [danos morais], afirma o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Ives Gandra da Silva Martins Filho. O magistrado diz que, realizada a sindicância e inquérito no qual o trabalhador teve o direito a defesa, a companhia pode e deve investigar suspeitas de desvios.

Há 23 anos no segmento de investigações corporativas, tendo participado do levantamento de pelo menos 500 casos de fraudes em grandes empresas, o advogado criminalista David Rechulski considera que nenhuma companhia está imune a golpes. Segundo ele, as pessoas acabam enxergando falhas no sistema e, motivadas por questões pessoais, tentam tirar vantagens econômicas da situação. Ele diz que, normalmente, na primeira vez em que comete o ilícito, o funcionário tenta maquiar a fraude para “disfarçá-la” e ter como se justificar posteriormente. Mas como as investigações podem demorar entre oito e 18 meses, a reincidência acaba ocorrendo pela crença na impunidade.

De acordo com Rechulski, a demanda pela investigação de fraudes internas é crescente. “Não há uma semana em que eu não seja procurado por três ou quatro empresas com problemas”, diz.

Um dos motivos para esse aumento seria a facilidade criada pela tecnologia. O mesmo raciocínio, no entanto, vale também para as empresas, que hoje têm mais opções para monitorar e rastrear os passos dos funcionários. “Por causa da tecnologia, a demanda aumentou muito. Há mais espaço para se cometer fraudes eletrônicas”, afirma o advogado trabalhista Daniel Domingues Chiode, do De Cresci e Nogueira de Lima Advogados.

O criminalista Rechulski conta que, em uma investigação recente, um funcionário de uma grande empresa recebeu indevidamente R$ 300 mil de um cliente ao fraudar boletos de pagamento. Dentro da própria companhia, ele usou o computador de trabalho para fazer uma cópia idêntica do documento, mas com uma alteração na sequência numérica. Com a mudança, o pagamento feito pelo cliente foi desviado para uma conta bancária que não pertencia à empresa. Segundo o advogado, a companhia investigou o fato e pela análise da rede foi possível verificar que tudo havia sido feito internamente, ainda que o próprio funcionário tenha tentado apagar seus rastros com um programa de computador especializado. O empregado foi demitido e reconheceu a “falsificação”. A empresa foi além e encaminhou o caso à polícia.

O advogado Daniel Chiode, que há dez anos trabalha com esse tipo de investigação, afirma que os problemas mais comuns envolvendo funcionários de empresas são o desvio de dinheiro, de material e a concorrência desleal. Não raro, há altíssimos executivos que se envolvem em atos fraudulentos, como maquiagem de balanço, desfalques e contratações fantasmas.

A venda de informações para a concorrência é um tipo de situação com a qual a detetive Angela Bekaredjian se deparou algumas vezes ao longo de 50 anos de vida profissional. Com formação superior na Universidad Catalana de Investigación, na Espanha, ela entrou na carreira para investigar o próprio marido e acabou se especializando em casos familiares e extraconjugais. Hoje, porém, 40% dos seus casos vêm de companhias de médio e grande porte. “As empresas começaram a me procurar principalmente depois do surgimento da internet e da evolução tecnológica”, conta. Em suas investigações, ela usa de detectores de escutas à “infiltração” de auxiliares na companhia. “Já descobrimos até um esquema de venda de drogas dessa forma.”

Entre os inúmeros casos já investigados, Angela cita uma empresa de frangos que quase foi à falência porque uma funcionária vendia para a concorrência, antecipadamente, os preços que seriam oferecidos em licitações públicas. Após perder várias concorrências, o proprietário contratou a investigadora. Segundo Angela, foi fácil esclarecer o mistério: o dono da empresa havia mantido um relacionamento amoroso com uma funcionária. Magoada com o término do romance, a moça decidiu vingar-se passando informações para a concorrência. Para isso, usava o telefone da própria companhia. O aparelho foi grampeado e as conversas gravadas. Com a funcionária demitida, a empresa conseguiu se recuperar.

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28

mar

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