11

jun

Plano Estratégico de Segurança para a Copa do Mundo de 2014

Plano Estratégico de Segurança para a Copa do Mundo de 2014 prevê um policial para cada 30 torcedores em dias de grandes jogos
Adriana Nicacio
Fonte: Revista Isto É
SEGURANÇA

Apesar do policiamento ostensivo, Valdinho Caetano responsável pelo evento, garante que a atuação será discreta.
Contrariando a tradição brasileira de deixar tudo para a última hora, o esquema de segurança para a Copa do Mundo de 2014 está sendo traçado com antecedência em seus mínimos detalhes. ISTOÉ teve acesso ao Plano Estratégico de Segurança preparado para o grande evento do futebol mundial. Com 53 mil policiais treinados em todo o País e pelo menos 50 mil homens de segurança privada convocados para auxiliar durante a Copa, o plano prevê a escala de um policial para cada grupo de 30 pessoas em dias de jogos expressivos. A Polícia Federal deverá cadastrar três mil vigilantes para acompanhar as torcidas dentro de cada estádio e nos complexos internos das arenas. Estão previstos ainda o uso de helicópteros com câmeras capazes de captar e estabilizar imagens durante o dia e a noite, com sensores infravermelhos ou térmicos, aviões não tripulados (Vants) e gruas gigantes com câmeras em locais de grande aglomeração. Haverá um comando-geral com sede em Brasília, num prédio que já está em construção. Apesar de todo esse aparato, inspirado no modelo europeu de segurança para eventos desse porte, a polícia não exibirá armas e só aparecerá ostensivamente em momentos de crise. “O policiamento será intenso, mas nossa atuação será bastante discreta. A Copa é uma festa e não vamos instalar um clima de guerra”, explicou à ISTOÉ o delegado federal Valdinho Jacinto Caetano, titular da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos.

Cada uma das 12 cidades-sede terá seu próprio centro de comando. Serão prédios, com mais de 500 metros quadrados, funcionando 24 horas por dia, de onde será possível controlar tudo o que ocorre nas cidades, com alta tecnologia, num sistema integrado entre as polícias Civil, Militar, Federal, Rodoviária, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e funcionários das companhias de água, luz, telefone e gás. Os centros são inspirados na gestão de segurança de grandes cidades no Exterior, como Cidade do México, Nova York, Londres, Paris, Madri e Israel, para onde foram enviados especialistas brasileiros. “Vamos poder agir com uma rapidez jamais vista”, disse o coronel Ilídio Ferreira Vilaça, coordenador do projeto de construção do Centro de Controle Integrado de Pernambuco.

As ações das polícias no Brasil serão padronizadas e nos Estados todos os responsáveis pela segurança usarão a mesma frequência de rádio e terão acesso ao sistema i24 por 7, da Interpol, além de treinamento com o FBI e a Cruz Vermelha. “Faremos cursos antibomba, antitumulto e de demais situações de ameaças. Estamos extremamente preparados”, diz o delegado Caetano. Em Brasília, policiais já foram treinados para a segurança de autoridades, riscos químicos, biológicos, radiológicos e nucleares, num acordo de colaboração bilateral com os Estados Unidos. Em São Paulo, agentes do FBI deram treinamento a militares paulistas em caso de ataques terroristas e combate às armas de destruição em massa. De todo o aparato, o delegado Caetano acredita que o principal legado da segurança na Copa será a integração entre as forças de segurança do País. “A Copa representará um divisor de águas na segurança pública”, prevê.

 

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Mirian Bazote

“Segurança é prevenção; Prevenção é cuidado; Cuidado é habito!

Port Segurança.

 

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06

jun

O valor da liderança pelo exemplo ou Faça ou que digo e não o que faço!

O valor da liderança pelo exemplo
Quando você se perguntar, qual a melhor forma de liderar uma equipe, seja do tamanho que for, seja em que lugar for, sejam com quaisquer grupos de pessoas, sempre a liderança pelo exemplo é a que valida esta pergunta.
Ser líder é muito mais do que determinar o que fazer. É planejar, é alinhar estratégia, é divulgar, é executar e principalmente, mostrar como se faz. A liderança legítima é aquela assumida de fato. É aquela em que o líder atua junto à equipe e com a equipe para gerar a solução.
O valor de liderar pelo exemplo, mostrando como fazer e fazendo junto é imbatível na resolução de qualquer circunstância. A equipe não se sente perdida, mas direcionada e sabendo que tem responsabilidades e deveres e que precisa cumpri-los. Quando o líder acompanha a sua equipe, ele faz parte da equipe também. A segurança, a confiança e organização que se faz real com a presença do líder e com a sua participação na execução é literalmente o exemplo.
Fazer certo é mostrar como se faz.
O líder precisa manter a linha da estratégia e direcionar todo o processo de execução e acompanhar tudo para garantir que todos estão fazendo. Não é apenas uma questão de mandar, mas de estar lá e saber o que significa todo o esforço.
Este é o valor do exemplo: confiança.
Seja o exemplo.

Liderar não é fazer.
Liderar é fazer fazer.
E, para isso, é necessário criar uma equipe, o que significa engajar, capacitar e, acima de tudo, inspirar. Sim, líderes devem inspirar pessoas, mas, à medida que a empresa cresce essa função muda um pouco, pois não é mais suficiente inspirar quem faz.

Por: Sílvia Somenzi

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01

jun

30

maio

Como criar, cultivar e aprimorar os resultados de uma equipe de alta performance?

Saber transformar de maneira prática um grupo de pessoas com variados perfis e preferências em um time alinhado ao mesmo propósito é um desafio diário de todos os líderes
Fonter:Por Caê Nóbrega, www.administradores.com.br

Um novo líder ou um líder novo?

Algumas pessoas assumem a liderança e não param para pensar por um instante em qual é o seu papel e o que realmente querem alcançar. Vou ser apenas mais uma pessoa na posição de liderança ou irei fazer a diferença, dando 100% de compromisso em todas minhas ações para tornar-me uma referência?

Criando confiança

De nada adianta querer apenas fazer a diferença se você não procurar ter proximidade com a sua equipe. Saiba o que cada um espera e deseja de sua liderança e o que você espera de cada um deles. Isso irá aproximar cada liderado mais e mais de você, garantindo que nenhuma falsa expectativa seja criada gerando frustrações e desmotivação.

Frontalidade

Lide de frente com a sua equipe. Experimente discutir os problemas, as soluções, as ideias, estimular a troca de feedback de forma assertiva, etc. Esse nível de comunicação permitirá um aumento na precisão da informação, baixo índice de ruídos e que a “rádio peão” não tenha mais assuntos ou a sua audiência aumentada.

Estrelas e anônimos

Algumas equipes possuem pessoas com experiências, níveis culturais e valores bem variados. Com isso, criam-se estrelas querendo brilhar mais perante os parceiros de equipe. Acabe com isso e mostre que a diversidade é uma arma poderosa! A complementaridade pode ser a chave para todos brilharem juntos. A estrela maior deve ser a equipe e não quem a compõe.

Em constante desafio

Para sua equipe crescer, desafie-a diariamente. Todos buscam ser referência e, para isso acontecer, é preciso sair da zona de conforto. Inove, arrisque e, principalmente, tire da mente que “time que ganha não se mexe”. Esse time também não ganhará pela segunda vez. As equipes perdem muito tempo fazendo sempre as mesmas coisas e querendo resultados diferentes. Faça coisas diferentes e terá soluções inovadoras.

Compartilhe o destino

Certamente, todos já passaram ou viram um saguão de aeroporto. É um ambiente repleto de pessoas que carregam passagens para diversos lugares. Sua equipe não é diferente. Garanta que todos tenham suas passagens para o mesmo destino! Isso é de extrema seriedade e é preciso haver uma profunda reflexão em conjunto: “Onde queremos chegar como equipe? Qual a meta? Estágio? Maturidade? Quanto isso é importante para nós?”.

Envolvimento

Um jogador teve uma grave lesão no joelho e esse momento drástico e doloroso em sua vida certamente foi ímpar, todas as incertezas e medos estavam presentes nesse difícil acontecimento. Seu técnico, nada mais, nada menos que José Mourinho (na época do Chelsea), vestiu o jaleco branco e fez questão de estar presente na cirurgia para representar força, comprometimento e envolvimento. A mensagem foi bem clara: “estamos aqui! Cura-te e volta, estaremos te esperando”.

Assim como o ditado da amizade, é nas horas mais difíceis ou adversas que percebemos quem faz a diferença e está envolvido conosco ou não. Não espere o momento adverso, envolva-se já!

Treinamento

Treine todos de sua equipe como campeões. Procure treinamentos com métodos experienciais que possam refletir no treinamento a analogia perfeita com o dia a dia.

É preciso investir horas de treinamentos para ganhar anos de resultados. Um líder que usa o tempo como desculpa para não treinar sua equipe possui duas verdades: a primeira é que seu tempo como líder está se acabando e a segunda revela que realmente sua equipe precisa muito de treinamento.

Em Construção

Após escrever os 8 passos anteriores, fiquei em dúvida do que colocar como 9º passo, afinal, o desenvolvimento de uma pessoa em líder nunca acaba. Por isso, convido você a compartilhar essa reflexão de que não existe um 9º passo sem o 8º, 7º, 6º e assim por diante. Algumas pessoas não devem buscar o 9º passo, mas sim tornar o primeiro efetivo!

O primeiro passo do líder não depende de ninguém, a não ser do maior interessado no seu sucesso: você!

Caê de Nóbrega é trainer da Crescimentum, Formado em Educação Física, com especialização em Administração e Marketing. Especialista em Treinamentos comportamentais com foco em Comunicação, Relacionamento Interpessoal e Liderança. Desenvolveu práticas pedagógicas de empreendedorismo na rede particular de ensino durante quatro anos.

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29

maio

Ministro da Justiça propõe atualização da lei federal de segurança privada

Um passo importante foi dado na manhã desta sexta-feira (25), em São Paulo, para a atualização da lei federal nº 7.102/83 e a elaboração do estatuto da segurança privada. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, promoveu audiência com representantes das entidades que integram a Ccasp (Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada) e algumas instituições convidadas e apresentou uma proposta de construção conjunta de um projeto de lei que traga mais segurança para todos.

A Ccasp é coordenada pela Polícia Federal e formada por entidades dos trabalhadores (bancários e vigilantes), Febraban, empresas de vigilância e transporte de valores, cursos de formação de vigilantes, Exército e IRB. A lei nº 7.102/83 que dispõe sobre a segurança nos estabelecimentos bancários e normas para constituição e funcionamento das empresas de segurança privada, possui quase 30 anos e está defasada diante do atual cenário de violência e criminalidade.

A Contraf-CUT, que é a voz dos bancários na Ccasp, foi representada por Daniel Reis, diretor executivo do Sindicato dos Bancários de São Paulo e integrante do Coletivo Nacional de Segurança Bancária. Também participou Gutemberg de Oliveira, assessor jurídico da Contraf-CUT para assuntos de segurança privada.

Após as manifestações dos participantes, foi fechado um pacto entre as entidades e o governo para a elaboração do estatuto a partir de uma proposta de projeto de lei entregue pelo ministro aos representantes.

O anteprojeto é resultado do que já foi discutido em encontros anteriores com a Polícia Federal e o Ministério da Justiça. Cada representante agora terá prazo até o dia 5 de junho para apresentar suas considerações ao secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira.

Para Daniel, este é um avanço significativo para os trabalhadores no processo democrático rumo a uma legislação que proteja a categoria e a sociedade. “Vamos analisar cada item e, em caso de divergências, nos reuniremos com as instituições financeiras para chegar a um consenso que priorize a proteção à vida dos bancários e usuários do sistema financeiro”, disse. “Esta é a primeira vez que o governo se propõe a regularizar a situação, defasada há 30 anos. Trata-se de um processo de extrema importância para toda a sociedade e acreditamos no empenho para que esse projeto seja aprovado”, completa o dirigente sindical.

Depois do posicionamento das entidades, o ministro estipulou um prazo de 20 dias para as representações se reunirem e tentarem chegar a um consenso diante das discordâncias existentes. Em seguida, entre os dias 26 e 30 de junho, uma nova audiência com o ministro será realizada em São Paulo. “As entidades têm esse pacto de buscar consenso em torno do documento elaborado para ser apresentado à sociedade e transformado em projeto de lei”, disse o representante da Contraf-CUT.

Na avaliação de José Boaventura Santos, presidente da Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), a audiência foi interessante e produtiva. “Entramos na fase decisiva de construção do estatuto de segurança privada, que vem sendo discutido desde 2007 na Polícia Federal, e nós queremos contribuir na perspectiva de uma legislação com avanços para os trabalhadores e a sociedade”, destacou.

Segundo Cardozo, é importante que os representantes entrem em acordo nas mesas de negociação para que o cronograma seja cumprido a tempo de o projeto ser encaminhado ao Congresso ainda neste semestre. “Mesmo com as eleições no próximo semestre, podemos conseguir a aprovação”, ressaltou o ministro, pedindo agilidade na análise da proposta.

No final do processo, as questões que não forem acordadas entre as entidades serão assumidas pelo próprio governo, para que, segundo o ministro, o andamento rumo ao novo estatuto não pare.

Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo

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25

maio

21

maio

Vídeo – Prevenção de perdas em vários segmentos do varejo

No vídeo Prevenção de Perdas (clique para baixar) encontra-se uma compilação de diversas ocorrências detectadas em diversos ramos do varejo. A criatividade e ousadia dos autores dos delitos é tamanha e torna difícil a vida da prevenção de perdas.

É preciso olho clínico e grande sensibilidade para prevenir-se contra os exemplos aqui demonstrados.

Fique atento!

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Mirian Bazote – Port Segurança.

“Segurança é prevenção; Prevenção é cuidado; Cuidado é habito!

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14

maio

Cultura Organizacional – Cultura de Segurança

Cultura Organizacional (You Tube)

 

Cultura Organizacional

 

Não agimos às vezes como os macaquinhos do filme: sempre foi feito assim e se eu tentar mudar essa realidade terei primeiro de entender porque agem assim, depois explicar e tentar convencer  que existem métodos melhores, … Pensando bem deixa como está, não serei a mudar essa cultura… Será?

se alguém algum dia descobriu a água, este alguém, com certeza, não era um peixe”.

A segurança não pode ser encarada como um processo a parte do mecanismo geral, mas sim uma interação de conceitos e normas a serem assimiladas por toda a empresa, englobando todos os departamentos.

Os modelos de gestão de qualquer área empresarial terão maior eficácia se respeitadas e inseridas a uma cultura de segurança. A segurança empresarial em suas diversas subdivisões deverá ser parte indispensável nas tomadas de decisões, auxiliando e orientando nas ameaças e incertezas.

O Gestor precisa desenvolver uma visão sistêmica, que nada mais é do que perceber o movimento integrado entre o ambiente, nossas decisões e nosso futuro.

Lembrando que o futuro depende da visão e da decisão que tomamos hoje.

É necessário sair de seu ambiente, conhecer outras culturas para percebê-lo com mais clareza. Decidir depende da capacidade de ver!

 “Hoje, com mais poder e uma esfera maior de autonomia para cada empregado, as pessoas precisam ser guiadas não por regras, ou supervisores, mas pela compreensão dos mais importantes valores sustentados pela organização.”         Scott, Jaffe & Tobe

Excelente semana!

Mirian Bazote

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09

maio

Relacionamento profissional também exige esforço

por Stefi Maerker*

A parceria com o colegas de trabalho nada mais é do que um casamento de características pessoais e profissionais que, como outro qualquer, exige muita dedicação, flexibilidade e força de vontade para fazer o relacionamento dar certo. Muitos profissionais esquecem-se de que as relações no ambiente de trabalho funcionam de forma muito parecida com os relacionamentos afetivos e por isso podem enfrentar problemas de incompatibilidade.

A diversidade engrandece o ambiente, nos faz ir além, buscar mais, superarmos a nos mesmos, ela traz a soma de forças. Mas é preciso saber cultivá-la. Dentro de um contexto diversificado, encontramos personalidades e backgrounds diferentes que, juntos, formam uma personalidade maior – a empresa, cujos objetivos e metas devem estar em sintonia com os objetivos pessoais.

Sempre acreditei que a diferença entre dois profissionais não está no trabalho que desenvolvem, mas sim na dimensão que cada um dá ao seu trabalho. Desta forma, seu networking de relacionamentos e a inteligência emocional influenciarão diretamente na busca do sucesso.

Levanto aqui algumas características que, como num casamento afetivo, devem existir na relação profissional entre chefe e subordinado e entre seus pares:

Entusiasmo: Uma pessoa feliz, simpática e com paixão pelo que faz transmite isso aos colegas e torna-se uma grande companhia. Contagia as pessoas com seu otimismo e influenciará o outro a agir da mesma forma, trazendo melhores resultados concretos para a empresa.

Auto-Consciência: É preciso conhecer-se bem e conhecer o outro, entender as suas razões e emoções para poder identificá-las nos outros e lidar com elas de forma positiva.

Atitude positiva: Acreditar no que você faz é meio caminho andado para o sucesso. Quem tem energia positiva faz as coisas acontecerem e não se deixa desmotivar por pequenas adversidades.

Comprometimento e lealdade: Você tem que ter admiração pela empresa e pelo companheiro de trabalho, caso contrário a parceira não funciona. Comprometimento significa conhecer a fundo o negócio da empresa, o departamento, o chefe e sua forma de trabalho, podendo auxiliá-lo de forma pró-ativa e com iniciativa, pensando no impensado e fazendo antes que algo seja dito. Assim como num casamento entre homem e mulher, este item é crucial para a formação de uma base sólida para o relacionamento.

Um “olho” para detalhes: Todo profissional deve ser detalhista e prover o chefe com o maior número de informações possíveis. A relação fica melhor quando este pode dar, em troca, informações significativas para uma atuação mais participativa e assertiva de sua equipe.

Discrição e confiabilidade: Para haver transparência é necessário que haja a confiança de ambos os lados de que tudo que é discutido no escritório é confidencial e diz respeito apenas a quem está envolvido no projeto.

Comunicação aberta: Um canal de comunicação sincero, honesto, objetivo e claro é crucial para qualquer relacionamento, especialmente o profissional, onde tempo significa negócios e dinheiro.

Humildade: Para saber ouvir, saber pedir ajuda e saber reconhecer seus próprios erros.

Serenidade: Para ultrapassar períodos de estresse e tensão, de grande volume de trabalho e sobrecarga emocional em função de prazos e importância dos projetos.

O relacionamento profissional exige um grande investimento de tempo e energia, focando a sintonia para criar uma parceria de sucesso, que nada mais é do que um casamento feliz! E você já viu melhores resultados do que aqueles criados por um casamento feliz?

* Stefi Maerker é Diretora da SEC Secretary Search & Training e autora dos livros “Mulheres de Sucesso – Os Segredos das Mulheres Que Fizeram História” e “Secretária – Uma Parceria de Sucesso”.

 

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07

maio

GOLPES ON LINE

 

 Muito comum encontrar erros crassos de português nos emails falsos, além de uma formatação estranha no texto. Esses são sinais de que o e-mail, provavelmente, é falso, já que as empresas legítimas tomam cuidado para enviar textos bem escritos e formatados.

Endereço estranho

Os golpistas costumam incluir endereços da web nos e-mails falsos para coletar informações das vítimas. Alguns têm o cuidado de criar endereços bem parecidos com os da empresa que usam como disfarce, mas é possível identificar o golpe pelo endereço estranho. Por exemplo, no lugar de www.nomedobanco.com.br, o link pode ser www.nomedobanco-sp.com.br.

 Hospedagem gratuita

Empresas legítimas não hospedam seus sites em serviços gratuitos, como HpG, Geocities, Lycos, Kit.Net ou Gratisweb. Portanto, se você receber um e-mail que o direcione para uma página em um desses serviços, desconfie. Normalmente, as empresas possuem seu próprio domínio.

Pedido de divulgação

Os golpistas on-line têm várias maneiras de distribuir seus emails falsos e, muitas vezes, pedem para as próprias vítimas divulgarem o golpe, incluindo no e-mail o texto “envie para o maior número de pessoas possível”. As empresas que fazem divulgação pela web usam seus próprios bancos de dados para enviar e-mails e nunca recorrem a esse recurso.  

Oferta válida somente pela internet

Há empresas que fazem ofertas válidas apenas pela internet. Quando essas empresas são legítimas, colocam à disposição do internauta algum telefone de contato para atendê-lo. É comum encontrar em golpes, por e-mail, a afirmação de que a promoção ou oferta só é válida pela internet, numa tentativa de evitar que o internauta entre em contato com a empresa real e descubra que a oferta é um golpe. Além disso, os internautas devem ficar atentos para as ofertas que incluem preenchimento de cadastros, entrada em links ou download de algum arquivo. É recomendável ignorar essas ofertas ou entrar em contato com a empresa responsável e verificar se são reais. Tomando esses cuidados, é possível ficar mais seguro e evitar as armadilhas digitais que surgem todos os dias.

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Mirian Bazote – Port Segurança.

“Segurança é prevenção; Prevenção é cuidado; Cuidado é habito!

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