17

jul

Qual a profissão mais importante?

 

Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro.

Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.

Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

– Meu caro barqueiro, você entende de leis?

– Não entendo, não, senhor – responde o barqueiro.

E o advogado, compadecido:

– É uma pena… Você perdeu metade da vida!

O barqueiro nada responde.

A professora, muito social, entra na conversa:

– Seu barqueiro, o senhor sabe ler e escrever?

– Também não sei senhora – responde o remador.

– Que pena… – condói-se a mestra.

– Você perdeu metade da vida!

Nisso, chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O canoeiro, preocupado, pergunta:

– Vocês sabem nadar?

– Não! – responderam eles rapidamente.

– Então, é pena… – conclui o barqueiro.

– Vocês perderam toda uma vida  

                                                                                                

MORAL DA HISTÓRIA
“Não há saber mais ou saber  menos: há saberes diferentes”.

Paulo Freire

 

Qual a profissão mais importante?

A profissão mais importante é a sua, desde que realizada com ética, profissionalismo e respeito à atividade dos outros.

Profissionais preparados e capacitados tem sempre lugar garantido. Sua profissão  tem a importância que você da a ela.

Mirian Bazote

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13

jul

12

jul

Você esta seguro ENQUANTO OS VENTOS SOPRAM?

“Um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral do Atlântico”. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. 

A maioria das pessoas estava pouco disposta a trabalhar em fazendas ao longo do Atlântico, pois temiam as horrorosas tempestades que varriam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações e em suas próprias vidas. 

O Fazendeiro recebeu muitas recusas até que finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, procurou o fazendeiro para o serviço.

– Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro.

– Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. Respondeu o pequeno homem. 

Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem. 

Até que em uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou: 

– Levanta! Uma tempestade está chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas! O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente:

– Não senhor. Eu lhe falei, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. 

Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedi-lo imediatamente, mas em vez disso se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois. 

Para seu assombro ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros, e todas as portas muito bem travadas. As janelas bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado. 

O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer, então retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava…” 

O que podemos tirar dessa metáfora é:

Estar preparado tecnicamente, de maneira organizada e coordenada para qualquer tipo de evento é trabalhar com a informação.

Não há nada a temer quando se sabe o que fazer e para onde ir quando as coisas ficarem fora do normal… 

Poder dormir quando os ventos forem fortes é ter ciência que temos uma missão e podemos fazê-la da melhor maneira possível quando se tem informação necessária para isso.

Para fixar:

Segurança é prevenção;

Prevenção é cuidado;

Cuidado é hábito!

 

Postado por Mirian Bazote.

Material recebido pela internet

 

 

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11

jul

10

jul

Arrastões aquecem setor de segurança eletrônica

06

jul

Pensamento Lateral: o teste da banheira

 Ter uma visão completamente diferente da esperada ao se observar a média das pessoas de determinado contexto, e esta característica de diferenciação ante a maioria pode ser decisiva, muitas vezes, para se resolver um problema ou, até mesmo, para se salvar uma empresa em dificuldades ou em necessidade de novos parâmetros operacionais – exemplos como os de Gestetner, da IBM, de Lee Iacoca na Chrysler, de Welch na GE e de Steve Jobs da Apple ilustram a validade do pensamento lateral.

 Recebi essa “história” por e-mail, não sei se é verdadeira, porém, ilustra perfeitamente a ideia de tentar ver além do  “seu quadrado”:

  Em um hospital psiquiátrico decidiram fazer uma pesquisa para testar o nível de sanidade mental dos seus enfermos e para isso elaboraram um teste com uma banheira. O teste compreendia em esvaziar a banheira e daí, conforme o resultado, seriam decididos os critérios de mudança de tratamento, de medicamentos ou até mesmo a baixa por se encontrar em condições de ser reintegrado à sociedade. Durante o teste o Diretor esclareceu as regras aos participantes e médicos ao mesmo tempo:

  – Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao enfermo uma colher, um copo, uma panela e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se alteramos seu medicamento para dosagens mais leves, mudaremos de ala para que seu convívio seja melhor para a sua condição atual de sanidade ou até o hospitalizamos em isolamento para que não influencie negativamente outros pacientes.

  Vários deles fizeram o teste com resultados muito diferentes: para alguns havia uma pequena melhora quando escolhiam o copo e para outros uma mudança ainda maior quando escolhiam o balde. Ao fim do dia já reclassificados e sendo relocados para seus novos aposentos o diretor foi chamado por um dos pacientes que se recusara fazer o teste e por este motivo fora reclassificado na ala de isolamento.

  – Doutor, posso lhe falar um minuto? Perguntou ao diretor.

  – Falar o quê? Você nem quis participar do teste e na sua vez decidiu não fazê-lo. As regras estavam estabelecidas: a colher, o copo, a panela e o balde! Falou exaltado o diretor.

  – Ah! Entendi. – disse o paciente. Um paciente curado usaria o balde, que é maior que o copo e a colher. Um paciente em estado intermediário usaria o copo e um paciente que necessitasse maiores cuidados usaria a colher, certo?

  – Certo! – respondeu o diretor ainda mais nervoso diante do paciente e de todos os médicos que concordavam com o seu posicionamento.

  – Eu só queria tirar a tampa do ralo da banheira! Disse o paciente.

 Neste momento os médicos e o diretor devem estar escolhendo as suas alas ou até o setor de isolamento, mas não sabemos se teremos cama para todos.

Este texto serve para demonstrar claramente o uso do Pensamento Lateral criado por Edward de Bono e que deve ser entendido como uma ferramenta do pensamento para soluções fora do padrão. É o que chamamos de “pensar fora do quadrado”, daí a importância da participação de todos na resolução dos problemas.

Não desperdice qualquer ideia por mais absurda que pareça pois ela pode ser a solução do seu problema.

  Texto de Natanael Gomes Filho – http://www.artigonal.com

 

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04

jul

Para descontrair: Gestão por resultados

Gestão por Resultados.

(recebi de um amigo, material da internet)

Eis um assunto muito em voga atualmente, em Administração.

 Trata-se de Gestão por Resultados.

 Para quem ainda não conhece, vou dar aqui um exemplo prático. Bem didático e muito fácil:

Em uma cidade do interior, viviam duas mulheres que tinham o mesmo nome:

Flávia.
Uma era freira e a outra taxista.
Quis o destino, que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-as.


-O teu nome?
– Flávia


– A freira?
– Não, a taxista.


São Pedro consulta as suas notas e diz:
– Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica com “fios de ouro”. Pode entrar.


A seguir…
– O teu nome?
– Flávia


– A freira?
– Sim, eu mesma

.
– Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica de “linho”. Pode entrar.


A religiosa diz:
– Desculpe, mas deve haver algum engano. Eu sou Flávia, a freira!


– Sim, minha filha, e ganhastes o paraíso. Leva esta túnica de linho


– Não pode ser! Eu conheço a outra, Senhor. Era taxista, vivia na minha cidade e era um desastre! Subia as calçadas, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 65 anos pregando todos os domingos na paróquia… Como é que ela recebe a túnica com fios de ouro e eu esta?


– Não há nenhum engano – diz São Pedro. É que, aqui no céu, adotamos uma gestão mais profissional do que a de vocês lá na Terra…

– Não entendo! – disse a Freira.


– Eu explico: Já ouviu falar de GESTÃO DE RESULTADOS?

 Agora nos orientamos por objetivos, e observamos que nos últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ela conduzia o táxi, as pessoas rezavam.
Resultado é o que importa!

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27

jun

Quais são as principais armas não letais?

 

Bala de borracha

Quando é – usada Para conter tumultos violentos em manifestações ou rebeliões

O que é – Como uma bala normal, ela tem uma cápsula com pólvora para impulsioná-la e uma ponta – a parte que atinge o alvo. A diferença é que a ponta não é de metal como nas balas comuns, mas de borracha. A vantagem desse material é que ele não perfura a pele. Mas a bala de borracha pode causar ferimentos graves se atingir o rosto ou até mesmo ser fatal em pontos como a garganta. Por isso os tiros só devem ser dados na direção das pernas

Gás lacrimogêneo

Quando é – usado Para dispersar multidões e também em operações de resgate

O que é – Já chorou cortando cebola? É essa a sensação causada pelo gás lacrimogêneo. Ele parece uma granada e pode ser jogado com a mão ou com uma arma lançadora. Não confundir com as bombas de efeito moral. Estas podem ser de vários tipos: tem as que explodem fazendo só muito barulho, as que emitem luz intensa para ofuscar e as que soltam fumaça. Nada disso machuca, mas, quando estouram, as bombas soltam fragmentos que podem ferir

Spray de pimenta

Quando é – usado Como arma de defesa pessoal ou para dispersar tumultos. É raro, mas também pode ser usado no resgate de reféns. Neste caso, é lançada uma grande quantidade do gás no ambiente em que está o seqüestrador

O que é – O gás que sai é chamado de agente OC (Oleoresina capsicum). Capsicum é um gênero de pimentas de onde é extraída a capsaicina, substância que causa forte irritação nos olhos e nas vias respiratórias. O efeito de um jato na cara pode durar até 40 minutos!\

Taser

Quando é – usado Tem função parecida com a do bastão de choque, imobilizando agressores. A grande vantagem é que o taser pode ser usado a longa distância

O que é – – 1. O taser parece uma pistola comum, mas tem uma “bala” diferente. O gatilho aciona um sistema de ar comprimido e ainda regula uma descarga elétrica / 2. Impulsionado pelo ar comprimido, dois dardos são lançados em direção ao alvo. Os dardos ficam conectados à pistola por fios metálicos que podem chegar a quase 11 m / 3. Os dardos penetram 2,5 cm na pele e transmitem descargas elétricas de até 50 mil volts – igual ao bastão de choque. É possível dar descargas contínuas mantendo o gatilho apertado

Bastão de choque

Quando é – usado Como arma de defesa pessoal ou em ações para imobilizar um fugitivo suspeito ou um agressor

O que é – Popularmente conhecido como “choquinho”, este pequeno aparelho emite descargas elétricas de até 50 mil volts, mas de baixa amperagem, o que só paralisa o agressor. Sua utilização é simples: não precisa mirar, nem nada, é só encostar o aparelho na pessoa para provocar o choque. Das armas listadas aqui é a única que não tem uso controlado no Brasil

Vem mais por aí!Ainda em testes, novas armas que não matam parecem tiradas do cinemaDISPARO SÔNICOO que é – Inicialmente foi desenvolvido no meio militar como um equipamento de áudio para transmitir avisos a longas distâncias, sem deixar o som “rachado”, incompreensível. Logo surgiu a idéia de transformá-lo numa arma não letal para dispersar multidões, pois ele pode emitir um som insuportavelmente alto para o ouvido humanoProblema – Ainda está em fase de testes. O grande desafio para os pesquisadores militares é que não dá para direcionar o som para uma área específica que se queira atingir

ONDAS QUENTES

O que é – O ADS – sigla em inglês para “sistema ativo de recusa” – emite ondas invisíveis que penetram até 0,4 milímetro na pele. Essa radiação faz com que as moléculas de água da região atingida se agitem – princípio parecido com o do forno de microondas – “queimando” a pele das pessoas e dispersando uma multidão

Problema – A pele tem várias espessuras. Nas pálpebras, é de só 0,3 milímetro e as ondas atingiriam os olhos. Além disso, numa multidão, as pessoas perto do ADS não conseguirão se afastar a tempo de evitar queimaduras graves

Fonte: Mundo Estranho – Editora abril

por Luiz Fujita Júnior

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Mirian Bazote

“Segurança é prevenção; Prevenção é cuidado; Cuidado é habito!

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25

jun

Novo caixa eletrônico será à prova de dinamite

Caixas eletrônicos à prova de dinamite devem chegar ao mercado em outubro, na tentativa de impedir ladrões de continuar explodindo as máquinas para levar o dinheiro. O modelo foi apresentado ontem pela fabricante Diebold e pela TecBan, que administra a rede do Banco24Horas.

Por fora, o terminal eletrônico não tem nenhuma diferença em relação a um caixa tradicional. Mas o caixa teve mudanças internas e, mesmo com explosão de dinamites, a estrutura onde fica o dinheiro não é destruída. Além disso, as notas vão ficar manchadas. “O objetivo é desencorajar os bandidos, pois não vão conseguir abrir a caixa com as notas e elas sempre vão ficar manchadas”, disse o diretor de Marketing e Vendas da Diebold, Carlos Benedetto. A tinta não sai nem com solventes.

O projeto custou US$ 1 milhão. O executivo conta que o desenvolvimento do terminal levou em conta os conceitos de Física, como a teoria da dissipação de energia produzida no momento da explosão. Em um caixa tradicional, a porta do terminal sempre é a primeira a explodir e os ladrões têm acesso ao cofre onde está o dinheiro. Agora, as ondas são direcionadas para o topo do terminal. “Como não é possível impedir a onda de ataques a caixas eletrônicos, nosso foco foi criar uma forma de proteger o dinheiro”, destacou Matheus Marcondes Neto, da Diebold.

O cofre onde fica o dinheiro também é resistente a outras técnicas usadas pelos bandidos, como maçaricos e furadeiras.

No ano passado, a capital registrou mais de cem roubos a caixas. Questionada sobre o assunto, a Polícia Militar não informou balanço de 2012. O delegado Ítalo Zacaro Neto, do setor de inteligência do Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado (Deic), afirmou que é preciso esperar para saber se o novo caixa impedirá, de fato, que os criminosos continuem praticando esse tipo de roubo. “É questão de tempo os criminosos acharem um jeito de driblar esquemas de proteção. Mas podemos chegar a um ponto em que os bandidos precisarão de tanto explosivo que acabarão destruindo o dinheiro”, afirmou.

Para ele, é preciso haver maior controle de explosivos para coibir o crime. Em 29 de fevereiro, um caminhão cheio de explosivos vindo de Piquete, no Vale do Paraíba, foi roubado quando cruzava a capital. Pelo menos 500 quilos de explosivo plástico e 5 mil metros de cordel detonante foram levados. / ALTAMIRO SILVA JÚNIOR e ARTUR RODRIGUES

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19

jun

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