18

fev

ABORDAGENS

998889_532445943469556_834908843_n“Abordar é o ato de aproximar se de uma pessoa, a pé, motorizada ou em edificação e que emana indícios de suspeição, que tenha praticado ou que esteja na iminência de praticar ilícitos penais”

 

 

 

 

 

 
Regras Básicas para qualquer abordagem:

1 – Por que estou realizando a abordagem;

2 – O que busco com a abordagem;

3 – Conhecimento legal;

4 – Onde procurar o que busca na abordagem;

5 – Informar a pessoa que esta sendo abordada, no momento conveniente o porque da abordagem.

 

PRINCÍPIOS DA ABORDAGEM

 

SEGURANÇA – Acercar-se de todas as cautelas necessárias para diminuição dos riscos de perigo.

SURPRESA – É apanhar de imprevisto, furtivamente de sobressalto. O fator surpresa contribui decisivamente para segurança dos executores da abordagem, pois é dissuasivo psicológico da resistência, propiciando o êxito da ação.

RAPIDEZ – Quanto mais rápida for a ação, maior a surpresa e menor a possibilidade de reação. A rapidez não deve comprometer a SEGURANCA.

AÇÃO ENÉRGICA – Demonstração de força física, moralmente falando (tom de voz). A tonalidade de voz deve ser forte, robusta, eficaz, firme e resoluta. O cidadão suspeito ou infrator deve sentir que há decisão por parte dos que executam a abordagem e que ao menor esboço de reação poderá resultar em conseqüência prejudicial a si mesmo. É o uso da energia sem violência e sem arbitrariedade.

 

1ª ABORDAGEM – VISUAL (fazer leitura dinâmica)
Em relação ao ambiente – Observar:

– localização;

– vias de acesso;

– vias de fuga; (onde estão as portas e janelas)

– existência de obstáculos: muros, cercas elétricas, cães, etc;

– existência de pessoas hostis; (nunca fique de costas para outras pessoas)

– enfim, faça uma análise superficial do ambiente.
Em relação a(s) pessoa(s) – Observe:

– Estado físico/psicológico – de animosidade, agitação, consciência;

– Visualização corporal;

– Objetos que possa ter nas mãos, na cintura, sob o chapéu, sob a roupa, etc;

– Potencialidade de dano e possibilidade de uso dos objetos que possam estar próximos dela, etc;

 

2ª ABORDAGEM – VERBAL
– Mantenha desde o início posição e distância de segurança

– Cumprimente, pergunte como tem passado, como está o seu dia, enfim, seja amistoso;

– Apresente-se, diga seu nome e profissão;

– Informe o que veio fazer;

– Verbalize de maneira firme, clara e concisa, não use termos muito técnicos;

– Analise se a situação lhe é favorável;

– Caso lhe pareça favorável, sob o aspecto de segurança, execute a missão;

– Entendendo não ser o momento adequado, use o bom senso, recue e peça o auxílio;

– Lembre-se que a SUA SEGURANÇA está em primeiro lugar.

 

3ª ABORDAGEM – FÍSICA
Ao aproximar-se do indivíduo:

– Suspeite sempre;

– Não subestime;

– Torne-se alvo difícil (não dê as costas para o indivíduo);

– Aborde com energia rapidez e objetividade (procure ser o mais breve possível);

– Vigie sempre as mãos do suspeito – 97% das pessoas reagem com o uso das mãos;

– Afaste o suspeito do local de origem (chame a pessoa para chegar próximo de uma parede; sair de perto de um grupo de pessoas; sentar em uma mesa afastada de outras pessoas e de preferência suas costas voltada para a parede);

– Não desvie a atenção do suspeito;

– Não deixe que o suspeito coloque as mãos no bolso (poderá ter uma arma).

Mirian Bazote.

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28

jan

Tentativa de fraude contra consumidores bate recorde em 2013

TODO CUIDADO É POUCO! Os fraudadores e estelionatários estão sempre inovando sua táticas e ferramentas.

http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/01/tentativa-de-fraude-contra-consumidores-bate-recorde-em-2013.html

Em 2013, o número de tentativas de fraude contra consumidores bateu recorde, segundo pesquisa da Serasa Experian, divulgada nesta terça-feira (28).

O setor em que foi observado o maior número de tentativas de fraude foi o de telefonia: 951.360 (ou 43,16% do total)

No ano inteiro, foram registradas 2.204.158 tentativas de fraude – por meio da qual dados pessoais são usados por criminosos para fazer negócios ou mesmo obter crédito com a intenção de não pagar.

Segundo a Serasa, isso representa uma tentativa de fraude a cada 14,5 segundos no país. Em relação a 2012, foi registrada alta de 3,04%; frente a 2011, houve avanço de 12,39% e, diante de 2010, de 17,56%.

O setor em que foi observado o maior número de tentativas de fraude foi o de telefonia: 951.360 (ou 43,16% do total). Frente a 2012, o resultado ficou 26,08% maior.

Na sequência, está o setor de serviços, que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral, com 55.535 registros ou 29,85% do total. Na comparação com o ano anterior, foi registrada queda de 11,85%.

Em terceiro lugar está o setor bancário, onde foram verificadas 399.393 tentativas ou 18,12% do total. A alta frente a 2012 foi menor que a dos outros setores, de 1,89%.

Um percentual menor das tentativas foi registrado no varejo. Foram 160.698 ou 7,29% do total. . O ranking de tentativas de fraude de 2013 é composto ainda por demais segmentos (1,58%).

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27

jan

10

jan

09

dez

03

dez

Portaria MTE nº 1.885, de 02.12.2013 Periculosidade para Profissionais de Segurança.

periculosidadeFonte: Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 234 , p. 102, de

03/12/2013

Portaria MTE nº 1.885, de 02.12.2013 – Aprova o Anexo 3 – Atividades e

operações perigosas com exposição a roubos ou outras espécies de

violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou

patrimonial – da Norma Regulamentadora nº 16 – Atividades e operações

perigosas.

 

ANEXO 3 da NR-16

ATIVIDADES E OPERAÇÕES PERIGOSAS COM EXPOSIÇÃO A ROUBOS OU OUTRAS

ESPÉCIES DE VIOLÊNCIA FÍSICA NAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS DE

SEGURANÇA PESSOAL OU PATRIMONIAL

1. As atividades ou operações que impliquem em exposição dos profissionais de

segurança pessoal ou patrimonial a roubos ou outras espécies de violência física

são consideradas perigosas.

2. São considerados profissionais de segurança pessoal ou patrimonial os

trabalhadores que atendam a uma das seguintes condições:

a) empregados das empresas prestadoras de serviço nas atividades de segurança

privada ou que integrem serviço orgânico de segurança privada, devidamente

registradas e autorizadas pelo Ministério da Justiça, conforme lei 7102/1983 e suas

alterações posteriores.

b) empregados que exercem a atividade de segurança patrimonial ou pessoal em

instalações metroviárias, ferroviárias, portuárias, rodoviárias, aeroportuárias e de

bens públicos, contratados diretamente pela administração pública direta ou

indireta.

3. As atividades ou operações que expõem os empregados a roubos ou outras

espécies de violência física, desde que atendida uma das condições do item 2, são

as constantes do quadro acima.

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03

dez

Assinada portaria que regulamenta periculosidade para vigilantes.

 

Com o objetivo de melhorar as condições de trabalho para os profissionais da segurança pessoal e patrimonial, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, assinou nesta segunda-feira (02) portaria que aprova o Anexo 3 na Norma Regulamentadora nº 16 (NR-16), que trata das atividades e operações perigosas.

A portaria define que as atividades que expõem os profissionais a roubos ou violência física são perigosas e regulamenta o adicional de periculosidade, no valor de 30%, para os vigilantes, aprovada pela Lei 12.740, de 8 de dezembro de 2012.

Durante o ano, os técnicos da Secretária de Inspeção do Trabalho (SIT) e representantes de empregadores e trabalhadores se reuniram sobre o tema para obter um consenso no texto assinado pelo ministro. A portaria será publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (3) e entra em vigor a partir da data.

No ato de assinatura, o ministro destacou a importância do processo tripartite de elaboração da norma. “A portaria é o fruto de um amplo debate tripartite realizado no âmbito do Ministério do Trabalho. Não há maneira melhor de fazer um entendimento senão pelo diálogo”, declarou.

O deputado distrital Chico Vigilante (PT) afirmou que esse é um momento histórico. “Foi uma luta aprovar esse adicional de periculosidade. Apesar das divergências, esse é um novo momento. Estamos muito felizes”, declarou. O presidente da Confederação Nacional de Vigilantes e Prestadores de Serviços, José Boaventura, relembrou que foram mais de 17 anos de luta. “Essa portaria representa a valorização da nossa profissão. Vigilantes de todo Brasil estão muito satisfeitos com essa regulamentação”, comemorou.

NR – O MTE elabora e revisa as Normas Regulamentadoras (NR) que garantem um trabalho seguro e sadio e previne a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. A construção desses regulamentos ocorre de forma tripartite e por meio de comissões. O ministro do Trabalho e Emprego também assinará, esta semana, outras portarias com alterações pontuais nas Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde do Trabalho.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego, 03.12.2013

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28

nov

Planejamento

PLANEJAMENTOPlanejamento

 É um processo de ações coordenadas, racionalizando os recursos materiais e humanos, que demonstre preventivamente as necessidades a serem atendidas, com vistas à transformação de uma dada realidade. Sistematizando e organizando as ações necessárias para alcançar os  objetivos e metas, em prazos determinados e em etapas definidas. Facilita a tomada de decisões mais adequadas, racionais e compatíveis com a realidade a ser mudada, e requer conhecimento e avaliação desta realidade. É pensar no futuro, planejando qual o melhor trajeto para alcança-lo de forma satisfatória.

ü  Planejar significa pensar antes de agir;

ü  Planejar não é adivinhar ou predizer o futuro, e sim, calcular, influir no futuro.

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21

nov

Como lidar com um chefe difícil.

chefe

1 – Procure alternativas
Se o chefe é uma pessoa que grita por qualquer motivo, uma boa opção é descobrir o que o faz ficar assim e evitar essas situações ou atitudes. Mas, isso não quer dizer que o funcionário tenha responsabilidade de gerenciar o mau comportamento do gestor.

“A única forma de lidar com um chefe abusivo é não levar isso para o lado pessoal o fato de que ele perde o controle regularmente”, afirmou o especialista Robert C. Pozen. “O comportamento inaceitável do chefe não tem nada a ver com o empregado. Isso tem a ver com os próprios problemas dele, que os funcionários não podem resolver.”

Mesmo assim, é possível tornar a vida mais fácil evitando comportamentos que podem servir como desculpa para o chefe gritar. Se o atraso é um problema, por exemplo, o funcionário pode chegar mais cedo.

Mas, se o seu chefe gosta de “jogar o jogo da culpa” por coisas que estão além do seu controle e de seus colegas, talvez seja necessário ter uma conversa séria com ele.

2 – Não se preocupe com coisas pequenas
É importante não entrar em discussão por coisas pequenas. O funcionário deve fazer de tudo para se certificar de que sua autoestima não fique abalada pela relação com um chefe que não oferece nenhum tipo de apoio. Evite que seu ego fique viciado em engajar-se em discussões sobre minúcias.

Praticar afirmações diárias e manter outras atividades podem ser boas alternativas. E, acima de tudo, é necessário prestar atenção às próprias declarações e afirmações.

3 – Saiba quando envolver o RH
Não agravar o problema é importante, mas se o trabalhador já tentou contornar a situação e as coisas ainda continuam terríveis, talvez seja a hora de trazer a atenção de outra pessoa para o caso. Mas, os profissionais devem saber que neste momento estão ultrapassando um limite e que não será possível voltar atrás.

Os profissionais devem lembrar que o seu atual chefe pode nunca se esquecer dele, então é preciso ter certeza de que outras alternativas não tiveram sucesso antes de envolver o setor de RH.

FONTE:http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2013/11/tem-um-chefe-dificil-de-lidar-veja-dicas-para-melhorar-convivencia.html

 

 

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18

nov

Segurança e as redes sociais: profissionais da área devem ser muito mais cautelosos !

A atividade de Segurança Privada exige de seus agentes uma postura muito mais discreta e cautelosa, em especial quanto a imagens de dados dos clientes.

Veja, abaixo a decisão judicial  que manteve a demissão por justa causa do vigilante que divulgou imagens da empresa onde trabalhava:

A atividade de Segurança Privada exige de seus agentes uma postura muito mais discreta e cautelosa, em especial quanto a imagens e dados dos clientes.

Veja abaixo a denao-escuto-nao-vejo-e-nao-falocisão judicial  que manteve a demissão por justa causa do vigilante que divulgou imagens da empresa onde trabalhava:

A 3ª Turma do TRT-MG confirmou a sentença que reconheceu a justa causa aplicada a um vigilante que divulgou, em rede social, imagens trajando uniforme e expondo dados da empresa de segurança onde trabalhava.

Após analisar o contexto em que tudo ocorreu, os julgadores concluíram que a conduta comprometeu a segurança da empresa, dos clientes e até de terceiros. Por essa razão, negaram provimento ao recurso apresentado pelo trabalhador, no qual ele pedia a reversão da justa causa e indenização por dano moral.

O reclamante tentou convencer os julgadores de que as informações e imagens divulgadas são de domínio público e não teriam causado prejuízo à empresa. Mas o desembargador relator, César Pereira Machado, não acatou o argumento.

Ele ponderou que, a se entender dessa forma, qualquer pessoa poderia vir a trajar o uniforme da reclamada, ainda que não trabalhasse como empregado dela. Isto certamente traria problemas, em razão da dificuldade em se distinguir quem seria o real prestador de serviços e quem estaria se aproveitando da situação para, até mesmo, ingressar em residências ou outras empresas para praticar delitos.

Ainda conforme destacou o desembargador, algumas fotos mostram o reclamante apontando arma para a câmera. A situação foi considerada de risco para a empresa de segurança, ainda que a arma estivesse sem balas ou que o reclamante não tido proveito econômico com as fotos.

“Basta pensar que, se por um lado, quem tirou as fotografias passou a não correr o risco de ser atingido por disparo, por outro, o local vigiado ficou sem a efetiva guarda do autor, acaso houvesse a necessidade de ele fazer uso imediato do equipamento, para o fim a que foi contratado”, ponderou o magistrado.

Nessa linha de raciocínio, o relator entendeu que a conduta praticada pelo reclamante teve potencial lesivo, capaz de comprometer a segurança da empresa e outros envolvidos com o empreendimento.

O fato de a própria empresa divulgar imagens em seu sítio na internet não foi capaz de alterar essa conclusão. Segundo o relator, não ficou provado que as fotografias de vigilantes utilizadas pela ré tivessem o mesmo detalhamento das postadas pelo reclamante, as quais traziam até ambientes internos dos clientes da empresa de segurança.

“Quebrada a confiança que a reclamada depositou no autor, para bem desempenhar as atividades profissionais a ele incumbidas, não entendo desarrazoada a aplicação da justa causa”, registrou o magistrado, dando validade à atitude tomada pela reclamada.

O magistrado reconheceu que a justa causa foi aplicada tão logo a empresa tomou conhecimento das imagens, procedimento que considerou correto. Por tudo isso, a Turma de julgadores, à unanimidade, negou provimento ao recurso apresentado pelo reclamante, mantendo a justa causa aplicada.

Como consequência, o pedido de condenação da reclamada ao pagamento de indenização por dano moral também foi rejeitado, já que baseado na alegação de abuso com que a dispensa foi praticada, o que foi afastado.

( RO 0000869-40.2013.5.03.0020 )

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 3ª Região Minas Gerais, 18.11.2013

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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