20

jun

17

jun

Interessante lenda chinesa!

Creio ser bem pertinente para esses dias conturbados, em que todos acreditam serem os possuidores da razão, esquecendo-se frequentemente que ninguem consegue crescer e evoluir sozinho, sem compartilhar.

 

ceu-e-inferno

Um discípulo perguntou certo dia ao vidente.

– Mestre, qual a diferença entre o céu e o inferno ?

O vidente respondeu:

– Vi um grande monte de arroz, cozido e preparado como alimento. Ao redor dele estavam muitos homens famintos. Eles não podem se aproximar do arroz, mas possuíam longos palitos de dois a três metros de comprimento. Pegavam, é verdade o arroz, mas não conseguiam levá-lo à própria boca porque os palitos eram muito longos. E assim, famintos e moribundos, embora juntos, permaneciam solitários curtindo uma fome eterna, diante de uma inesgotável fartura.
ISSO ERA O INFERNO.

-Vi outro grande monte de arroz, cozido e preparado como alimento. Ao redor dele muitos homens famintos, mas cheios de vitalidade. Eles não podiam se aproximar do monte de arroz, mas possuíam longos palitos de dois a três metros de comprimento. Apanhavam o arroz mas não conseguiam levá-lo à própria boca por que os palitos eram longos. Mas com os seus longos palitos, ao invés de levá-los à própria boca, serviam-se uns aos outros o arroz. E assim matavam sua fome insaciável numa grande comunhão fraterna, juntos e solidários..
ISSO ERA O CÉU.

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11

jun

29

maio

Acordo sobre o adicional de 30% pactuado entre a FETRAVESP E O SESVESP – São Paulo.

27

maio

ASSALTO EM ESTACIONAMENTO -Estacionamento não tem responsabilidade pela segurança do cliente, apenas do veículo.

assaltoASSALTO EM ESTACIONAMENTO
Estacionamento não tem responsabilidade pela segurança do cliente, apenas do veículo

DECISÃO

Estacionamento pago não tem responsabilidade pela segurança do cliente, apenas do veículo

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que não é possível responsabilizar empresa de estacionamento por assalto à mão armada sofrido em seu pátio por cliente que teve pertences subtraídos, mas preservou o veículo. 

Ao se dirigir a uma agência bancária para sacar R$ 3 mil, o usuário utilizou estacionamento que, segundo ele, era destinado a clientes do banco. Quando retornou, já dentro do estacionamento, foi assaltado. Foram levados seus óculos de sol, o relógio de pulso e o dinheiro sacado. 

Mesmo sustentando que o estacionamento era oferecido pela agência bancária, o usuário ajuizou ação atribuindo a responsabilidade pelo prejuízo sofrido exclusivamente à administradora do estacionamento. 

Risco inerente

Segundo a relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, nas situações em que a instituição financeira firma convênio com empresa de estacionamento para oferecer mais comodidade e segurança aos seus clientes, visando atrair maior número de consumidores, o roubo à mão armada não pode ser considerado caso fortuito, fator que afastaria o dever de indenizar. 

De acordo com a Terceira Turma, nesses casos, o roubo armado é bastante previsível pela própria natureza da atividade, sendo risco inerente ao negócio bancário. Por isso, quando o estacionamento está a serviço da instituição bancária, a empresa que o administra também responde – solidariamente com o banco – pelos danos causados aos consumidores, já que “integra a cadeia de fornecimento”. 

Essa tese foi abordada nos Recursos Especiais 884.186, 686.486 e 503.208. 

Desvinculação 

Todavia, o convênio entre os estabelecimentos, suscitado pelo usuário desde a apelação, não foi reconhecido pelo tribunal de segunda instância, situação que impede a análise do fato pelo STJ, pois a Súmula 7 do Tribunal não permite o reexame de provas no julgamento de recurso especial. 

Além disso, o acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) manteve a posição da primeira instância, declarando que se tratava de estacionamento privado, independente e desvinculado da agência bancária. Também confirmou a tese de que não houve defeito na prestação do serviço, já que a obrigação da empresa se restringia à guarda de veículos. 

Inconformado com a decisão de segundo grau, o cliente recorreu ao STJ. Alegou violação aos artigos 14 do Código de Processo Civil (CPC) e 927, parágrafo único, do Código Civil, e ainda divergência jurisprudencial. Contudo, a Terceira Turma não observou as violações mencionadas. 

Como não foi reconhecido vínculo entre as empresas, o que afasta a responsabilidade solidária, “o estacionamento se responsabiliza apenas pela guarda do veículo, não sendo razoável lhe impor o dever de garantir a segurança do usuário, sobretudo quando este realiza operação sabidamente de risco, consistente no saque de valores em agência bancária”, declarou Andrighi. 

Temeridade

Acompanhando o voto da relatora, a Turma entendeu que, no ramo de negócio de estacionamento de veículos, “não se pode considerar o assalto armado do cliente como fato previsível, capaz de afastar a caracterização do caso fortuito”. 

Os ministros consideraram “temerária” a imposição de tamanho ônus aos estacionamentos – de responsabilização pela integridade física e patrimonial dos usuários –, pois isso exigiria mais investimentos em segurança, fator que poderia encarecer demasiadamente o serviço. 

Segundo Nancy Andrighi, mesmo que o usuário pense estar protegendo seu carro e a si próprio ao estacionar o veículo em local privado, “a responsabilidade do estabelecimento não pode ultrapassar o dever contratual de guarda do automóvel”. Dessa forma, a Turma ratificou a decisão de segundo grau. 

 
Fonte:

http://j.mp/STJestacionamentoassalto

 

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21

maio

Segurança Coorporativa.

segurança cooporativa

 As atividades da Segurança Coorporativa Patrimonial são elaboradas para dar garantia a e proteção ao patrimônio físico contra roubos, furtos, depredações, ameaças e outros tipos de riscos inerentes a cada atividade empresarial.

Além de conhecer a legislação de segurança privada, o Gestor de Segurança deverá ter amplos conhecimentos como: 

Elaboração de Projeto de Segurança;

Implantação e acompanhamento do Projeto;

Auditoria de Segurança Empresarial;

Administração de Conflitos e Crises;

Atuação preventiva de riscos e danos.

São atividades minimamente necessárias para que a Segurança Coorporativa Patrimonial apresente os resultados esperados pelas empresas.

 

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14

maio

Para postos de serviços

O-motorista-habilidosoDICAS DE SEGURANÇA

 

Os delinqüentes geralmente procuram pessoas desatentas para atacarem, possuem pouco tempo para a ação. Um dos fatores mais importantes na atividade de segurança patrimonial é a atenção, concentração na atividade. Para isso, portanto, algumas regras são de grande importância para evitarmos ataques surpresa e até mesmo preservar a sua vida e a dos outros, bem como proteger da melhor forma possível o patrimônio sob nossa responsabilidade:

  • Nunca ler revistas ou similares no posto de serviço. O simples ato da leitura tira toda a atenção que deverá estar voltada à observação e proteção do posto, a falta de atenção além de colocar em risco o patrimônio a nos confiado, pode ainda custar uma vida, a sua ou a de um colega;( a mesma orientação se aplica a telefones celulares)  
  • Profissionais que trabalham armados devem utilizar sempre o coldre, nunca deixar a arma fora do corpo no seu plantão, isto poderá ocasionar um atraso em uma possível ação preventiva e até mesmo defensiva, sem falar do risco de um disparo acidental ou furto do armamento
  • Todos os postos deverão ficar cobertos e bem distribuídos com os profissionais. Cada um deverá permanecer em seu posto, quando bem planejada a distribuição o poder de visão geral do local será maior, otimizando o trabalho da segurança
  • Um corpo de profissionais bem fardados e com a postura adequada, transmite organização e preparo, inibindo ações delituosas, bem como impõe respeito a todo o ambiente; 
  • Evitar falar  demais. Assuntos referentes à segurança, hábitos, procedimentos internos, estratégias, relacionados ao posto de serviço não deverão ser comentados com terceiros em nenhum momento, mesmo quando fora de serviço, nos dias de folga e lazer, a fim de que não cheguem aos ouvidos de delinqüentes. A rotina em segurança nem sempre pode ser evitada, portanto, é assunto sigiloso; 
  • Trabalhar mentalmente com estratégias que poderiam ser colocadas em prática em momentos de crise e grande tensão. Simular possíveis ataques e as formas de reação nessas situações. Um bom estrategista tem grandes vantagens para resolver problemas, vencer obstáculos, cuida melhor de sua segurança e a dos outros; 
  • Ser desconfiado. Estar sempre numa posição defensiva, observando desconhecidos, mantendo um distanciamento seguro. Ser cortes e gentil, porém sem intimidades.

 BOM TRABALHO, COM SEGURANÇA!

Mirian Bazote

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08

maio

Ninguém é… substituível

erroNa sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e olhando nos olhos de cada um ameaça:

– “ninguém é insubstituível”!

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido e diz:
– Alguma pergunta?
– Tenho sim. E Beethoven?
– Como? O encara o diretor confuso.
– O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio!

O funcionário fala então:
– Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto:

– quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?

O rapaz fez uma pausa e continuou:
– Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora de os líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus ‘erros ou deficiências’?

Nova pausa e prosseguiu:
– Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO, se PICASSO ERA INSTÁVEL, CAYMMI PREGUIÇOSO, KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO? O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Divagando o assunto, o rapaz continuava.

– Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos.

Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo. Continuou a dizer nesses termos:
– Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados? Apenas peças?

E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões ‘foi pra outras moradas’.
Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
“Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:……..?NINGUÉM? Pois nosso Zaca é insubstituível”, concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.

Conclusão:
– NUNCA ESQUEÇA:

 Você É Um Talento Único! Com Toda Certeza Ninguém O Substituirá!

“Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo…, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.”

“No mundo sempre existirão pessoas que vão amá-lo pelo que você é e outras que vão odiá-lo pelo mesmo motivo acostume-se a isso”
Valorize-se!

E valorize quem esta a sua volta…

  

Recebi por e-mail. Desconheço a autoria.   

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03

maio

Tatuagens em presídios.

As tatuagens nos corpos dos detentos das unidades prisionais revelam o histórico criminoso de cada um e estabelece qual será a hierarquia dentro da prisão.

Feitas precariamente dentro das penitenciárias, elas são grosseiras e revelam o crime cometido, o número de vítimas e, assim como um DNA, diz quem é quem.faca É o que explica o perito da Polícia Científica do Paraná Jorge Luíz Werzbitzki que há dez anos estuda a comunicação entre os presos dentro do sistema carcerário do estado. Fonte Bibiana DionísioDo G1 PR

Baixe arquivo PDF na Pagina Profissionais da Segurança.

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02

maio

Ócio do Agente de Segurança

ocio

Comumente o serviço de Segurança é bem ativo, mas temos conhecimento de que o Agente não passa por confrontos armados todos os dias como os policiais, onde o serviço de vigilância propriamente dito passa por períodos de inatividade, levando o agente a cumprir rotinas diferentes, ou seja, deixando os procedimentos e atribuições da segurança de lado dedicando-se a outras atribuições.

A atividade de Segurança precisa ser bem definida, os Gestores têm por responsabilidade esclarecerem aos administradores e empresários os riscos que serão acarretados com a inclusão de atividades fora do âmbito da segurança. A ociosidade do serviço de vigilância que acontece nos intervalos das rotinas diárias e em geral no período noturno, finais de semanas e feriados, deverá ser evitada através de treinamentos e reciclagens constantes inerente ao setor. Períodos ociosos devem ser transformados em atividades de análise preventiva, adaptando a mente, o pensamento do agente em pro – atividade, com uma leitura ou observação dos detalhes do serviço, se precavendo dos problemas que possam surgir, trabalhando de forma preventiva, mas desenvolvendo o psicológico individual, esperando, guardando o momento da possibilidade de uma reação armada ou não. Para isso a mente, a atitude, a postura do Agente deverá estar em sintonia com seu meio de trabalho, onde a prevenção é a sustentação para um bom dia de trabalho, evitando o surgimento de ocorrências.

O ócio só se faz presente quando inexistem procedimentos de segurança adequados que evitem a ociosidade do setor, sejam eles tácitos ou explícitos, o Gestor deverá adotar um papel de distribuidor de informações e criador de atribuições bem definidas e direcionadas ao dia-a-dia evitando o crescimento da inatividade. Cada organização possui suas normas e procedimentos a serem cumpridos, mas o período inativo é maçante e desgastante, a vigília é exaustiva e sonolenta, devendo ser combatida com a criação de procedimentos adequados e bem elaborados para combatê-la, transformando-a em ato de aproveitamento funcional, agregando à atribuição do Agente e ao serviço, rendimento e qualidade na execução. Estes procedimentos podem ser infinitamente elaborados de acordo com as necessidades de cada patrimônio ou vip vigiados, rodízio dos agentes no turno de trabalho ou até mesmo realização de investigações ou apurações mais aprofundadas das ocorrências, alocando o Agente a participar diretamente do levantamento de informações do seu setor vigiado, inclusive opinando sobre possíveis alterações ou mudanças nas normas e procedimentos já existentes, pois ele executa e poderá deter informações cruciais para se evitar a constância de determinadas ocorrências.

Já diz o velho ditado “Mente vazia moradia do diabo”, o Agente de Segurança possui a responsabilidade de dirigir, planejar, controlar, orientar e até fiscalizar as normas e o efetivo de segurança do cumprimento destas, mas devemos lembrar que a equipe vive e convive com os problemas e ocorrências e por estarem próximas do fato poderão ter as respostas e soluções dos problemas internos. Ócio só existe quando não há planejamento prévio das atribuições adequadas, o tempo do Agente permanecer apenas observando sua área vigiada já passou, o trabalho deverá ser preventivo e investigativo, onde toda a equipe precisa ser trabalhada no melhor que cada um possui, desenvolvendo habilidades já existentes e que apenas estão adormecidas pela falta de aproveitamento da capacidade individual.

Texto recebido pela internet – desconheço o autor

 

Como Gestor de Segurança Empresarial, quais suas sugestões e como poderia ser mitigado o ócio citado no texto, quais as atividades e atribuições poderiam ser implementadas sem descuidar e descaracterizar a principal atividade que é a segurança?

Professora Mirian Bazote.

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