02

ago

O tiro de um em um bilhão

Veja a foto no fim do post!

AURORA, Colorado – USA -. Um xerife de folga sob ataque conseguiu disparar sua arma e fez um tiro de “um em um bilhão”.

A bala do oficial viajou até o cano da arma de um suspeito, colidindo com o cartucho lá dentro.

“Esta colisão deixou a pistola calibre .40 temporariamente inoperante”, de acordo com a investigação da promotoria sobre o tiroteio.

O Sub-Xerife de Jefferson , Jose Marquez, estava no estacionamento do condomínio de sua namorada em Aurora em 26 de janeiro, quando duas pessoas armadas com pistolas e usando máscaras atacaram, disse o relatório da investigação.

Marquez disse mais tarde, quando os homens se aproximou dele e ele viu que pelo menos um estava usando uma máscara, ele sabia que algo “ruim” estava prestes a acontecer e disse investigação pensou, “Oh s —-, estamos entrando em um tiroteio . ”

Ele disse aos investigadores que pensava que ele ia morrer.

Os suspeitos abriram fogo contra Marquez duas vezes no abdômen e uma vez no ombro. Os tiros fraturou costelas e danificou sua intestinos, cólon e do fígado, disseram autoridades.

Marquez mais tarde disse aos investigadores, mesmo depois que ele foi baleado, ele disse para si mesmo: “Eu não vou morrer hoje. Hoje não. Qualquer outro dia, talvez. Não é o meu tempo ainda.”

Marquez conseguiu retornar o fogo baleando um suspeito, Jahlil Meshesha, na perna. Foi a arma de Meshesha que Marquez conseguiu disparar contra.

“[O oficial] imediatamente começou a gritar:” Eu sou um oficial! Estou de folga, alguém por favor me ajude ‘ “, disse o morador Kenneth Mitchell   “Até o terceiro tiro, ele teve que sair e você pode ouvir enquanto ele gritava cada vez mais que ele estava com dor.”

Depois disso, Marquez perdeu a consciência.

Um segundo suspeito fugiu e ainda não foi preso ou identificado, disseram autoridades.

Os promotores que investigam o tiroteio governado Marquez agiu em legítima defesa e não será indiciado. Ele ainda não retornou ao trabalho, devido a seus ferimentos.

Meshesha está enfrentando acusações criminais.

 

FONTE: The Denver Channel.

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01

ago

01

ago

27

abr

03

fev

Profissional Completo

profissional completo

profissional completo

As competências técnicas são o “Saber” e são compostas por:
• Domínio técnico da área de formação;
• Raciocínio qualitativo;
• Raciocínio quantitativo.

As competências comportamentais são o “Ser” e são compostas por:
• Empreendedorismo;
• Ética pessoal e corporativa;
• Comprometimento (accountability);
• Equilíbrio emocional;
• Relacionamento interpessoal;
• Consciência e diversidade intercultural;
• Flexibilidade.

As competências gerenciais são o “Saber Fazer” e são compostas por:
• Liderança
• Visão global e pensamento estratégico
• Gestão de pessoas e conflitos
• Processo de vendas e negociação
• Trabalho em equipe
• Gerenciamento e entrega
• Processo de tomada de decisão
• Etiqueta empresarial
• Cultura e valores organizacionais
gestor

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28

jan

08

jan

07

jan

Clonagem de cartões

A Dinâmica das fraudes e furtos em caixas eletrônicos:

No início dos anos 80 os bancos brasileiros começavam a investir em sistemas informatizados. A cidade de Campinas no interior de São Paulo foi a primeira a receber um caixa eletrônico instalada pelo Banco Itaú.
No Brasil há 118 caixas eletrônicos para cada 100 mil pessoas adultas, de acordo com o Banco Mundial, o país é o maior em número de caixas eletrônicos no mundo. Isto representa muitas oportunidades para os fraudadores instalarem “skimmers”, também conhecidos como dispositivos ‘Chupa Cabra’.


A Dinâmica das fraudes e furtos em caixas eletrônicos:

Trabalho em equipe

Alterar um caixa eletrônico é uma atividade arriscada, exige atenção e método, quase nunca é executado por um único indivíduo. Organizam-se de forma a observar a aproximação das possíveis vítimas potenciais bem como das autoridades policiais.

Atos preparatórios

À primeira vista, é apenas um cliente realizando suas operações bancárias em um caixa eletrônico, age com discrição procurando não chamar a atenção para si.

Dispositivo ilegal

Na realidade, o indivíduo está colocando um tipo de dispositivo flexível dentro do caixa eletrônico, para “capturar” o cartão de débito do próximo usuário da máquina.
“O malware conhecido como Chupa Cabra, o Trojan-Spy. Win32.SPSniffer tem muitas variações desenvolvidas no Brasil, e atua desde 2010 afetando dispositivos de pontos de venda e teclados para inserção de senha. Esses dispositivos são conectados a um computador por uma porta USB ou serial para a comunicação com o software de transferência eletrônica de fundos. O cavalo de Tróia infecta o computador e captura os dados transmitidos por essas portas. A senha é criptografada logo que é inserida, normalmente usando a criptografia DES tripla. Porém, a faixa 1 de dados (número do cartão de crédito, data de validade, código do serviço e CVV) e os dados públicos do chip não são criptografados no hardware de dispositivos antigos e desatualizados. Eles são enviados em texto simples para o computador através de portas USB ou seriais. A captura desses dados é suficiente para clonar o cartão de crédito. ”
A vítima

Quando o cliente for usar o caixa, seu cartão será retido e a transação impedida.

A captura do cartão

O cartão foi capturado, o cliente está confuso e tentando entender o que aconteceu. Aí entra em cena o fraudador, oferecendo-se para ajudar.

O “auxiliador”

O fraudador, que se demonstra solicito em ajudar e prestar assistência, está memorizando a senha da vítima.

Obtendo a senha do cartão

Ele convence a vítima (cliente) de que poderá recuperar seu cartão, se ele teclar seu número de senha. O que é mentira, pois nesse momento o fraudador memoriza os números teclados pela vítima.

A desistência

Depois de várias tentativas, o cliente se convence que o cartão foi capturado pelo caixa eletrônico. E junto com o fraudador deixa a cabine.

“Recuperando” o cartão

Após identificar que o cliente foi embora, o fraudador regressa para sacar o cartão que foi capturado com seu dispositivo, colocado anteriormente. Agora ele tem o cartão e também a senha da vítima.

O prejuízo

Em posse do cartão e da senha, o fraudador saca o dinheiro do caixa eletrônico.

O dispositivo

É feito de papel de radiografia (raio-X), possui uma colocação escura e se parece com o mesmo material utilizado onde se introduz o cartão nos caixas eletrônicos, por isso não desperta suspeita nos usuários.

Funcionalidade do dispositivo

O dispositivo é colocado na abertura onde se introduz o cartão magnético, deixando para fora uma pequena ponta para que ele fique preso e não seja totalmente engolido pela máquina.

Recuperando o dispositivo

Uma vez que o cliente foi embora, o fraudador poderá despregar as pontas do dispositivo inserido na máquina e retirar o cartão da vítima.

Observação Importante

Uma vez que o cliente tenha seu cartão retido na máquina, ele deverá observar no caixa eletrônico se existe algo introduzido no local onde se coloca o cartão magnético – se tiver, retire e recupere seu cartão, comunicando imediatamente o banco.

Clonagem detectada, o que fazer?

 Assim que perceber qualquer irregularidade no uso do seu cartão, no saldo das suas contas ou fatura de cartão de crédito, é ligar para a SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor, do seu banco e bloquear o cartão. Anote o dia e horário da ligação, o nome do atendente, o número do protocolo e qualquer outra informação que você considere relevante.
 Após bloquear o cartão, dirija-se imediatamente à delegacia mais próxima à sua residência e faça um Boletim de Ocorrência (B.O), relatando o ocorrido. Peça na delegacia a emissão do B.O em duas vias.
 Assim que possível, vá à sua agência relate o acontecido ao seu gerente, entregue uma via do B.O, e peça a ele que assine a sua via com a data de entrega do B.O.
 A partir daí a responsabilidade de detectar a fraude é do banco, que deve reembolsá-lo e tratar de todos os procedimentos legais. No geral, os bancos têm entre 5 a 20 dias para proceder ao reembolso e, se for da sua vontade, providenciar um novo cartão de crédito.

Mirian Bazote

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06

jan

TRT da 3ª Região dá boa definição da função do vigilante

Em uma ação trabalhista ocorrida em Minas Gerais, um funcionário de shopping center pediu à Justiça diferenças salariais alegando ter sido contratado como vigia, mas exercendo funções de vigilante. Apesar de obter êxito em primeira instância, o TRT-3 reformou a decisão e definiu de maneira precisa o que um vigilante faz. A reclamada esclareceu à época que sua função era de Agente de Segurança, com as funções de coordenar o fluxo de pessoas, prestar atendimento ao público e acionar a polícia se verificasse alguma situação envolvendo a segurança de pessoas, mas não trabalhava armado, não fazia transporte de valores nem fazia vigilância ostensiva do estabelecimento.

O acórdão diz:

“A função do vigilante se destina precipuamente a resguardar a vida e o patrimônio das pessoas, exigindo porte de arma e requisitos de treinamento específicos e exercendo função parapolicial. Não pode ser confundida com as atividades de um simples vigia ou porteiro, as quais se destinam à proteção do patrimônio, com tarefas de fiscalização local. O vigilante é aquele empregado contratado por estabelecimentos financeiros ou por empresa especializada em prestação de serviços de vigilância
e transporte de valores, o que não se coaduna com a descrição das atividades exercidas pelo autor, ou
seja, de vigia desarmado, que trabalhava zelando pela segurança da reclamada de forma mais branda,
não sendo necessário o porte e o manejo de arma para se safar de situações emergenciais de violência.”
Fonte: Conjur

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05

jan

ABORDAGENS

“Abordar é o ato de aproximar se de uma pessoa, a pé, motorizada ou em edificação e que emana indícios de suspeição, que tenha praticado ou que esteja na iminência de praticar ilícitos penais”

“Abordar é o ato de aproximar se de uma pessoa, a pé, motorizada ou em edificação e que emana indícios de suspeição, que tenha praticado ou que esteja na iminência de praticar ilícitos penais”

PRINCÍPIOS DA ABORDAGEM

SEGURANÇA – Acercar-se de todas as cautelas necessárias para diminuição dos riscos de perigo.
SURPRESA – É apanhar de imprevisto, furtivamente de sobressalto. O fator surpresa contribui decisivamente para segurança dos executores da abordagem, pois é dissuasivo psicológico da resistência, propiciando o êxito da ação.
RAPIDEZ – Quanto mais rápida for a ação, maior a surpresa e menor a possibilidade de reação. A rapidez não deve comprometer a SEGURANCA.
AÇÃO ENÉRGICA – Demonstração de força física, moralmente falando (tom de voz). A tonalidade de voz deve ser forte, robusta, eficaz, firme e resoluta. O cidadão suspeito ou infrator deve sentir que há decisão por parte dos que executam a abordagem e que ao menor esboço de reação poderá resultar em conseqüência prejudicial a si mesmo. É o uso da energia sem violência e sem arbitrariedade.

1ª ABORDAGEM – VISUAL (fazer leitura dinâmica)

Em relação ao ambiente – Observar:
– Localização;
– Vias de acesso;
– Vias de fuga; (onde estão as portas e janelas)
– Existência de obstáculos: muros, cercas elétricas, cães, etc;
– Existência de pessoas hostis; (nunca fique de costas para outras pessoas)
– enfim, faça uma análise superficial do ambiente.

Em relação a(s) pessoa(s) – Observe:
– Estado físico/psicológico – de animosidade, agitação, consciência;
– Visualização corporal;
– Objetos que possa ter nas mãos, na cintura, sob o chapéu, sob a roupa, etc;
– Potencialidade de dano e possibilidade de uso dos objetos que possam estar próximos dela, etc;

2ª ABORDAGEM – VERBAL

– Mantenha desde o início posição e distância de segurança
– Cumprimente, pergunte como tem passado como está o seu dia, enfim, seja amistoso;
– Apresente-se, diga seu nome e profissão;
– Informe o que veio fazer;
– Verbalize de maneira firme, clara e concisa, não use termos muito técnicos;
– Analise se a situação lhe é favorável;
– Caso lhe pareça favorável, sob o aspecto de segurança, execute a missão;
– Entendendo não ser o momento adequado, use o bom senso, recue e peça o auxílio;
– Lembre-se que a SUA SEGURANÇA está em primeiro lugar.

3ª ABORDAGEM – FÍSICA

Ao aproximar-se do indivíduo:
– Suspeite sempre;
– Não subestime;
– Torne-se alvo difícil (não dê as costas para o indivíduo);
– Aborde com energia rapidez e objetividade (procure ser o mais breve possível);
– Vigie sempre as mãos do suspeito – 97% das pessoas reagem com o uso das mãos;
– Afaste o suspeito do local de origem (chame a pessoa para chegar próximo de uma parede; sair de perto de um grupo de pessoas; sentar em uma mesa afastada de outras pessoas e de preferência suas costas voltadas para a parede);
– Não desvie a atenção do suspeito;
– Não deixe que o suspeito coloque as mãos no bolso (poderá ter uma arma).

Mirian Bazote.

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